Tecnologia de apoio e gestão de riscos cibernéticos para instituições financeiras regulamentadas pelo governo federal: como a Cyera se alinha à Diretriz B-13 da OSFI.

A Diretriz B-13 da OSFI reflete as crescentes expectativas regulatórias em relação à tecnologia e aos riscos cibernéticos, à medida que as instituições financeiras se tornam mais digitais, interconectadas e orientadas por dados. Espera-se que as Instituições Financeiras Registradas (IFRRs) demonstrem governança robusta, operações tecnológicas resilientes e controles de segurança cibernética eficazes que protejam sistemas críticos e dados sensíveis. O desafio não é mais apenas ter controles implementados, mas demonstrar que as instituições compreendem seus ativos tecnológicos, a exposição de seus dados e a capacidade de prevenir, detectar e se recuperar de incidentes cibernéticos.
Este breve relatório explora como:
- A visibilidade dos dados é fundamental para a conformidade com a Diretiva B-13: ter uma visão precisa e contínua de onde os dados sensíveis estão localizados e como são acessados é essencial em todas as áreas de governança, operações e segurança cibernética.
- A resiliência depende de saber o que é crítico: inventários de ativos, classificação de dados e priorização da recuperação são fundamentais para uma resposta eficaz a incidentes e recuperação de desastres.
- O risco cibernético deve ser mensurável e passível de ação: a B-13 enfatiza métricas baseadas em risco, monitoramento contínuo e evidências de que os controles de segurança e os processos de resposta realmente funcionam.
Baixe este resumo da solução para saber mais sobre a Diretriz B-13 e como sua organização pode cumprir esses requisitos de forma eficaz.


